
A forte tradição nas pistas muito se deve ao ímpeto do fundador da companhia, Louis Renault. Além de industrial bem sucedido era também piloto de corridas. Louis Renault podia desfrutar da possibilidade de pilotar seus próprios carros.
A exemplo de outras fabricantes, durante o período de guerras a Renault se configurou como indústria bélica. Inicialmente, no momento da Primeira Guerra, a mudança na produção ocorreu voluntariamente, já na Segunda Guerra, a empresa foi obrigada pelos alemães que na época invadiram a França e adquiriram a fábrica. Com o fim da batalha, Louis Renault foi preso equivocadamente pelo governo francês sob acusação de manter relações comerciais com o inimigo e acabou morrendo na cadeia.
Nacionalizada, a empresa experimentou crescimento no mercado europeu o que refletiu também no aumento das exportações. Posteriormente, mesmo convertida em empresa privada, o governo francês permanece como acionista até hoje.